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Vem com a PO à comemoração do 1º Maio! Vem bater o pé a este “socialismo” dos ricos! SÓCRATES, RUA! A Política Operária está presente!
- Manifestação da CGTP (M. Moniz – Alameda)
Concentração e banca da PO: Rua da Palma (chafariz do Desterro), às 14 horas O nosso bloco desfilará, desta vez sob a palavra de ordem “Sócrates, rua!”
Neste momento difícil, sabemos que, tal como nos ensinou FMR, é preciso cerrar os dentes e continuar em frente. Por isso convidamos todos os nossos amigos para se juntarem a nós no desfile do 1º de Maio!
No final da manifestação do 1° de Maio, seguimos para a Associação Abril em Maio (no Regueirão dos Anjos), onde terá lugar uma sessão evocativa de Francisco Martins Rodrigues com exposição de fotos, artigos, etc. |
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Ponto de Vista Inesperado e chocante para muitos apoiantes do Bloco de Esquerda, o acordo assinado pelo vereador Sá Fernandes com António Costa está na lógica do curso político do BE. As justificações com que procura cobrir-se não resistem à mínima análise. A desculpa de que Sá Fernandes negociou à revelia da direcção do Bloco cai pela base: se violou os compromissos assumidos, porque não é publicamente desautorizado pela direcção do BE? É óbvio que negociou porque lhe foi dada liberdade de acção para tal. (...) Flexigurança – A batalha que nos espera A flexigurança, com que nos vêm enchendo os ouvidos há meses, já está Que novidades vêm aí? Os trabalhadores vão passar a ter um contrato de trabalho individual e temporário, a não ter um horário de trabalho fixo, a mudar de funções dentro da empresa, ou até de localização. Acaba o tempo dos contratos por toda a vida, da semana de 5 dias a 8 horas, das negociações colectivas, das compensações por despedimento, etc. Tudo passa a ser flexível. Em Espanha, 55% dos novos contratos já são a prazo. Este vai ser também o nosso futuro dentro de pouco tempo. (...) Não à flexigurança! Abaixo o Governo! Não somos escravos do capital!
PROFESSORES - “Temos que exigir a revogação do Estatuto!” João Medeiros entrevista Sofia Barcelos Há quanto tempo dás aulas? Tens sido sempre colocada? E a tua situação contratual? Acabei a licenciatura em Educação de Infância na Escola Superior de Educação de Lisboa, em Julho de 2004. Durante todo o ano desempenhei as mesmas funções que uma colega destacada. No entanto, não ganhei vencimento de professora como ela (eu ganhava salário e meio mínimo nacional mais subsídio de almoço) nem tive contagem de tempo de serviço. Em Agosto de 2005 voltei para Lisboa com um subsídio de desemprego no valor de 355 euros. Nesse ano concorri a nível nacional mas não consegui lugar em lado nenhum. (...) Aparentemente há leis irrevogáveis para tudo e mais alguma coisa. Mas desde que se tenha dinheiro e amigos bem colocados a impunidade está garantida, e esta será tanto maior quanto maior for a conta bancária O nosso país vive desde há muito numa espécie de estado de excepção permanente. Aparentemente há separação de poderes e tem órgãos de fiscalização e instituições estáveis, democraticamente sufragadas, leis irrevogáveis para tudo e mais alguma coisa. (...) CRÓNICA Israel declarou a Faixa de Gaza “território inimigo” e o Hamas “organização terrorista”, o que pode significar, para já, o corte da água, electricidade e combustível, tornando insustentável a já trágica situação do 1,5 milhões de palestinianos que aí vivem. Mas isto ainda é o que Washington chama “jogar à defesa”. O objectivo conjunto de Israel e Estados Unidos é liquidar o governo do Hamas com a colaboração da Fatah, para cujo governo têm sido encaminhadas armas e ajuda financeira e a quem se tem prometido mais uma vez o reconhecimento de um “Estado Palestiniano”. Prepara-se pois a liquidação pelas armas do governo eleito livremente pela maioria dos palestinianos. Com tropas a combater no Iraque e no Afeganistão, a opção militar “não é muito atractiva mas não deve ser excluída”, declaram analistas americanos. (...) Israel - “Esquerda mole” deixa correr O massacre sistemático dos resistentes palestinianos só é possível porque uma opinião pública israelita contaminada pela mentalidade racista de “povo superior” lhe dá o seu aval. O testemunho de um grande intelectual israelita Israel está em vias de se transformar numa colónia americana, à semelhança do que eram a antiga Rodésia ou a África do Sul em relação à Grã-Bretanha. Colónia dirigida pelos oligarcas, pelo exército e pelo Shin Beth (polícia secreta), o país é uma prisão, onde vivem três milhões e meio de habitantes nativos, amontoados em áreas territoriais, em campos de concentração ou em guetos, de acordo com uma política demográfica claramente racista, orientada para a purificação étnica. (...) As guerras coloniais do século XXI Guerra no Iraque. Guerra no Afeganistão. Preparativos de guerra civil na Palestina. Ameaças de ataque nuclear ao Irão. Ameaças de ataque à Síria. Guerra civil larvar no Líbano. Desmembramento final da Sérvia pela separação do Kosovo. Força internacional no Darfur… A simples enumeração dos conflitos na região do Próximo e Médio Oriente mostra o progresso feito pelo imperialismo desde que foi declarada a “guerra mundial ao terrorismo”. Instaurado um estado de emergência mundial, foi abolida qualquer aparência de lei internacional. As intervenções militares imperialistas passaram a ser a lei, a resistência dos agredidos passa a ser “terrorismo dos fora-da-lei”. (...) Não queremos Portugal envolvido na guerra suja anti-basca 1. Depois de um encontro dos ministros do Interior de Espanha e Portugal, acaba de ser anunciada a formação de uma equipa policial mista luso-espanhola, para activar as investigações em torno de possíveis actividades da ETA em território nacional. É o que se pode chamar matar três coelhos duma cajadada: usa-se a paranóia “antiterrorista” para dar mais poderes às polícias, envolve-se o governo português num problema político interno do Estado espanhol e dá-se um primeiro passo para a integração policial ibérica sob comando de Madrid. (...) Na passagem do 90º aniversário da Revolução de Outubro, a burguesia fala do “terror vermelho” enquanto o PCP pinta uma “revolução” bem ordenada. Nem a uns nem aos outros convém falar do poderoso levantamento dos milhões de explorados, aqui evocado pelo autor dos Dez dias que abalaram o mundo No coro de insultos e mentiras lançados pela imprensa capitalista contra os sovietes russos, ouve-se o grito estridente de que “Não há governo na Rússia!” (...) Ernesto Guevara, jovem inquieto, viajou extensamente por toda a América do Sul e, médico recém-formado, começou a manifestar preocupação pela miséria e exploração dos mais pobres, deixando já adivinhar o seu futuro empenhamento na subversão revolucionária. Iniciou-se na luta política primeiro na Guatemala e em seguida no México, onde foi influenciado pelas ideias marxistas, através da sua primeira mulher, a peruana Hilda Gadea, e outros exilados políticos. Depois de conhecer Fidel Castro e os rebeldes cubanos, aderiu ao plano de insurreição e partiu com eles para Cuba (1951-1959). (...) Feminismo da diferença: retrocesso à vista O fundamental é que não se perca de vista o objectivo pelo qual deve lutar o movimento feminista – a emancipação da mulher, a plena igualdade entre os seres humanos e o fim de todos os tipos de opressão, dominação e exploração Com investimentos cada vez menores nas áreas sociais, sobretudo no que toca a saúde e educação – política condizente com a concepção neoliberal de Estado – muitas formulações do feminismo actual permitem o uso e o abuso das noções de diferença, que são convenientes ao Estado, mas prejudiciais ao movimento feminista. (...) Centrismo sob capa “esquerdista” No seu artigo “Aprender a lidar com os reformistas” no n° 110 da PO, (...) Aharon Shabtai - Israelita, autor de poemas e helenista de nomeada mundial. Publicou em 2003 J’accuse, livro de poemas condenando as práticas de Israel durante a Ocupação. (Ver em http://www.europalestine.com/ ). | |||||
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